Você já visitou o Museu da Energia?

Aí vai uma boa dica, para quem gosta de museus com atividades onde visitante tem a possibilidade de interagir e aprender e ainda estimula ações sustentáveis. O Museu da Energia fica no Centro Cultural Light e tem muita história bacana sobre como começou a produção e geração de iluminação com energia elétrica no Rio de Janeiro. Vamos conhecer um pouco deste museu?

Um espaço interativo para aprender e se divertir

Com o objetivo de apoiar a formação escolar e facilitar o entendimento sobre o sistema elétrico e sua relação com o nosso dia a dia, o Museu da Energia oferece recursos modernos, lúdicos e interativos. Serão 40 experimentos em 3.000 m², como maquetes, jogos eletrônicos, painéis multimídia, além de artefatos históricos.

Além disso, o Museu da Energia tem a pretensão de estimular mudanças de atitude no consumidor de energia elétrica, combatendo os desperdícios e as ligações clandestinas, que tanto prejudicam a sociedade.

A Light, em atividade no Rio de Janeiro há mais de um século, é o lugar natural para abrigar a iniciativa, pois foi a empresa pioneira na implantação da energia elétrica e outros serviços essenciais no Brasil.

Visitas Guiadas

Publico alvo: Escolas públicas e particulares

Um dos principais objetivos do Museu da Energia é contribuir na formação escolar em temas científicos, especialmente energia elétrica e seu uso sustentável. Seu maior desafio é despertar a atenção do público para um assunto relativamente complexo e transformá-lo em algo acessível, utilizando recursos modernos e criativos. Para estimular as visitas das escolas, disponibilizamos o serviço de agendamento de visitas guiadas. Uma equipe de monitores é responsável pelas visitas guiadas, que são realizadas com pré-agendamento por escolas públicas e particulares.

A visitação é realizada no Centro Cultural Light, de segunda a sexta, de 13h às 16h.

Seu funcionamento está sujeito ao calendário anual. Consulte a agenda antes de programar sua visita.

A capacidade de atendimento para visitas guiadas é limitada em 120 pessoas por dia.

É oferecido um ônibus para o transporte de escolas públicas.

Não perca essa oportunidade!

Fonte: http://www.museulight.com.br/Museu

Por Luciana Chaves

1° Sorteio ecológico

Hoje vamos sortear 1 par de ingressos para visitação do Zoológico do Rio – na Quinta da Boa Vista +  1 scrapbook digital com sua aventura do ZOO.

Quer saber o que é scrapbook?

Scrapbook digital é a arte de criar álbuns de recordação com o uso de fotos, papéis decorativos, etiquetas e vários outros elementos. Trocando em miúdos, trata-se de um álbum de fotos, digamos, mais caprichado e elaborado… que muita gente já faz e nem sabe que o passa-tempo tem nome gringo.

Mas… para ganhar isso tudo aí você terá que, elaborar uma frase explicado porque você gostaria de ir ao Zoo!

Mande sua frase e não esqueça de mandar o contato do e-mail para entrarmos em contato.

Resultado do sorteio sairá em 15/05/2012.

Por Luciana Chaves, Sterlane e Rose.

Da Família Real aos dias de hoje – Quinta da Boa Vista

A Quinta da Boa Vista localiza-se no bairro de São Cristovão, na cidade do Rio de Janeiro, Brasil. Constitui atualmente um parque público de grande valor histórico. Nas dependências da Quinta localizam-se ainda o Jardim Zoológico do Rio de Janeiro e o Museu Nacional do Brasil, instalado no local do antigo Paço de São Cristóvão (também conhecido como Palácio Imperial ou Palácio de São Cristóvão), sendo este edifício um magnífico palácio em estilo neoclássico, utilizado no século XIX como residência pela Família Imperial Brasileira.

Antecedentes

Nos séculos XVI e XVII, a área onde atualmente se localiza a Quinta, integrava uma fazenda dos Jesuítas nos arredores da cidade do Rio de Janeiro. Com a expulsão da Ordem em 1759, a propriedade foi desmembrada, tendo passado à posse de particulares.

Vista da Quinta com o Paço de São Cristóvão cerca de 1820, antes da reforma neoclássica. O edifício tinha um único torreão. O portão em frente ao paço encontra-se atualmente na entrada do Jardim Zoológico da Quinta.

Quando da chegada da Família Real ao Brasil em 1808, a Quinta pertencia ao comerciante português Elias Antônio Lopes, que havia feito erguer, por volta de 1803, um casarão sobre uma colina, da qual se tinha uma boa vista da baía de Guanabara – o que deu origem ao atual nome da Quinta

Residência Real

Dada a carência de espaços residenciais no Rio de Janeiro e diante da chegada da Família Real em 1808, Elias doou a sua propriedade ao Príncipe-Regente D. João, que decidiu transformá-la em Residência Real. Este foi um belo golpe de estratégia de Elias pois sendo conhecido por ter a melhor casa do Rio e ao oferecer tal tesouro ao Principe, foi recompensado com outra propriedade que, embora fosse mais simples em estrutura era bastante boa comparada com a possibilidade de não ter nenhuma caso não tivesse avançado tão habilidosamente. O Principe sentiu-se muito honrado com o gesto e a Quinta passaria a ser a sua morada permanente no Brasil.

À época, a área da Quinta ainda estava cercada por manguezais e a comunicação por terra com a cidade era difícil. Mais tarde, os trechos alagadiços foram aterrados e os caminhos por terra aprimorados.

Para acomodar a Família Real, o casarão da Quinta, mesmo sendo vasto e confortável, necessitou ser adaptado. A reforma mais importante iniciou-se à época das núpcias do Príncipe D. Pedro com Maria Leopoldina de Áustria (1816), estendendo-se até 1821. Foi encarregado do projeto o arquiteto inglês, John Johnston, que, além da reforma do paço, fez instalar um portão monumental em sua entrada, presente de casamento do general Hugh Percy, 2.° Duque de Northumberland. O portão, inspirado no pórtico de Robert Adams para a “Sion House”, residência daquele nobre na Inglaterra, é moldado em uma espécie de terracota, denominada “Coade stone”, fabricada pela empresa inglesa Coade & Sealy.

Tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, esse portão encontra-se atualmente destacado, como entrada principal, no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, nas dependências da Quinta.

É de destacar a linha arquitéctonica deste paço em próxima semelhança do Palácio da Ajuda que deixado para trás em Lisboa acabou por ficar inacabado, ganhando o da Quinta da Boa Vista o relevo merecido como nova capital dos Reinos.

Residência Imperial

Com a Independência do Brasil, D. Pedro I encarregou das obras do agora Paço Imperial o arquiteto português Manuel da Costa (1822-1826), posteriormente substituído pelo francês Pedro José Pezerát (1826-1831), creditado como autor do projeto em estilo neoclássico do edifício.

O Paço, que tinha apenas um torreão no lado Norte da fachada principal, ganhou outro simétrico, no lado Sul, e um terceiro pavimento começou a ser erguido sobre os dois já existentes. As obras foram continuadas a partir de 1847 pelo brasileiro Manuel Araújo de Porto-Alegre, que harmonizou as fachadas do edifício, seguido pelo alemão Theodore Marx (1857 e 1868). Entre 1857 e 1861 o pintor italiano Mario Bragaldi decorou vários dos aposentos interiores.

Após o casamento em 1817, D. Pedro e a Imperatriz, D. Leopoldina, passaram a residir no Paço. Ali nasceram a futura Rainha de Portugal, D. Maria II (4 de abril de 1819), e o futuro Imperador do Brasil, D. Pedro II (2 de dezembro de 1825). Também ali veio a falecer, em 1826, a Imperatriz, de parto.

Próximo à Quinta, em um casarão presenteado por D. Pedro I, vivia Domitília de Castro e Canto Melo, Marquesa de Santos, favorita do Imperador, com quem teve vários filhos.

Na Quinta cresceu, foi educado e viveu D. Pedro II. Entre as reformas que este Imperador empreendeu na propriedade contam-se as enormes obras de embelezamento dos jardins, executadas por volta de 1869, com projeto do paisagista francês Auguste François Marie Glaziou, as quais, muitas características originais permanecem até os dias atuais, como a Alameda das Sapucaias, um lago onde hoje pode-se andar de pedalinhos e outro onde se encontra uma gruta artificial onde pode-se alugar canoas a remo.

No Paço nasceu, em 29 de julho de 1846, a Princesa Isabel, filha de D. Pedro II com D. Teresa Cristina.

A República Velha

Com o advento da República, a Quinta sediou os trabalhos da Assembléia Nacional responsável pela Constituição Brasileira de 1891. Em 1892, o diretor do Museu Nacional do Brasil, Ladislau Neto, conseguiu que a instituição fosse transferida do Campo de Santana para o Palácio. À época, os jardins conheceram um longo período de abandono mas, em 1909, o presidente Nilo Peçanha mandou restaurá-los e cercá-los, conservando as características que lhe foram dadas por Glaziou.

Por outro lado, o palácio foi desprovido de suas características internas originais, destruídas ou vendidas após a Proclamação da República

Nos dias de hoje

Atualmente, a Quinta da Boa Vista funciona como um parque, abrigando o Jardim Zoológico da Cidade, o Museu da Fauna e, no antigo paço, o Museu Nacional da Quinta da Boa Vista, administrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. O prédio do palácio, em péssimo estado de conservação durante décadas, está sendo restaurado neste momento e já recuperou as cores e ornamentos originais da grande fachada. Obras no telhado, em algumas salas e nas fachadas laterais também encontram-se em fase de execução neste momento.

Porém, nos jardins , algumas das características dadas por Glaziou vem sendo gradualmente perdidas, com o plantio continuo de árvores de diversas espécies sobre os gramados da quinta, pela Prefeitura Cidade do Rio de Janeiro, sem quaisquer estudos históricos ou paisagísticos para sua implntação, descaracterizando o parque. Além de alguns monumentos depredados, como o monumento em homenagem ao centenario natalício de D. Pedro II, em frente ao paço, cujas inscrições encotram-se muito deterioradas.

Localização e contato

O Zoológico fica no Parque da Quinta da Boa Vista s/nº, São Cristóvão.

Telefone: 3878-4200.

Funcionamento

De 3ª a domingo, das 9h às 16h30.

No meses de janeiro e julho o Zoo também abrirá às 2ª feiras

Ingresso: R$ 6.

Estudante paga meia entrada.

A comprovação será feita mediante apresentação de identificação estudantil expedida pelo estabelecimento de ensino, associação estudantil e/ou agremiação estudantil que pertençam.

Gratuidades

Crianças até 1 metro; Deficientes físicos (com direito a um acompanhante).

Fonte: Wikipedia

 RIOZOO – Fundação Jardim Zoológico da Cidade do Rio de Janeiro
Por Rose

Arte e História – Parque Lages

Já imaginou um piquenique com sua família, com uma vista maravilhosa e cheio de área verde para você relaxar, descansar e fazer uma caminhada?

O Parque Henrique Lage é um parque público localizado aos pés do Corcovado na rua Jardim Botânico. Possui uma área de mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1957 como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

A história do Parque Lage data de 1811, quando Rodrigo de Freitas Mello e Castro adquire uma fazenda pertencente a Fagundes Varela, o Engenho de Açúcar Del Rei, às margens da lagoa. John Tyndale, paisagista inglês, recebe, em 1840, a incumbência de reprojetar a fazenda e imprime à estrutura de seu projeto todo o romantismo encontrado em parques de sua terra natal. Em 1859, o parque passa para as mãos de Antônio Martins Lage, quando recebe o nome de “Parque dos Lage”, o qual, mais tarde em 1900, passa a seus três filhos como herança. Em 1913, a chácara é comprada pelo Dr. César de Sá Rabello, permanecendo como sua propriedade até 1920, quando Henrique Lage, neto de Antônio Martins Lage, consegue reaver a antiga propriedade da família para sua amada, a canotra lírica italiana Gabriela Bezanzoni.

Em 1922, Henrique deu início a sua remodelação, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret como projetista do palacete que fora de seu pai. Seu estilo era bastante diferente, mesclando várias tendências da época, enquadrando seus trabalhos no período da arte conhecido como eclético. Gabriela Bezanzoni, esposa de Henrique Lage, é a peça central na escolha do arquiteto e foi para ela que seu marido remodelou todo o palacete. Em seu centro há um pátio com piscina e, em sua fachada, um pórtico bastante proeminente. Os jardins foram concebidos geometricamente, de acordo com a grandiosidade da mansão, de onde se avista o morro do Corcovado.

Em 1936, Gabriela funda a Sociedade do Teatro Lírico Brasileiro e, em 1948, os sobrinhos-netos de Gabriela, Marina Colasanti e seu irmão Arduíno Colasanti vem morar na mansão. A esta época, Gabriela Bezanzoni organizava magníficas festas em que figuravam os mais proeminentes representantes da sociedade carioca.

Entretanto, endividado com o Banco do Brasil, Henrique Lages precisou desfazer-se de parte de seu patrimônio. Entregou alguns de seus bens ao banco como pagamento e, a outra, vendeu para empresários particulares. A fim de fazer sobreviver o Parque, foi tombado como patrimônio histórico e artístico com a ajuda do governador Carlos Lacerda.

Na década de 60 a propriedade foi convertida em um parque público. No palácio funciona, desde 1975, a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, criada pelo Departamento de Cultura da Secretaria de Estado de Educação.

O Parque Lage foi recuperado em 2002 pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através da Fundação Parques e Jardins. Toneladas de lixo foram retiradas, o chafariz passou por reforma e os caminhos e trilhas foram devidamente recuperados. Atendendo ao pedido da Associação de Amigos e Moradores do Jardim Botânico (AMA JB), uma calçada externa foi construída, bem como um estacionamento para os visitantes do parque. Há, no Parque Lage, uma estátua de um pintor retratando o momento em que Tom Jobim, juntamente com seu filho João Francisco, plantam uma árvore.

Regras de visitação

Esse espaço está a sua disposição, basta observar o regulamento a seguir:

- Para a realização de seu piquenique, salientamos que, por se tratar de área pública, não é possível a reserva de espaço com antecedência. É aconselhável chegar cedo para a preparação de seu piquenique, que não deve ultrapassar o número de 30 participantes.

- Áreas disponíveis para piquenique: Parquinho, Platô, Lago dos Patos, ao lado da Gruta, Recanto dos Namorados e Coreto.

- Em respeito ao ecossistema e aos outros visitantes, não é permitido o uso de aparelhos sonoros em alto volume.

- Não é permitido pendurar objetos nas árvores (como por ex; balão de encher), nem a utilização de elementos decorativos, mesas e suportes.

- Lembre-se de tratar do lixo produzido com responsabilidade, ensacando-o e procurando o local adequado para depositá-lo.

- Não é permitido ao visitante entrar com animais domésticos no Parque.

- Não é permitido ao visitante alimentar os animais, pois é prejudicial à preservação das espécies.

- Evitar se aproximar dos lagos e dos animais.

- Preservar as flores e as plantas.

- Leve sempre saquinhos para recolher o lixo, evitando assim, entulho nas trilhas e passeios.

- Não fazer atalhos em trilhas, pois, além da possibilidade de se perder na mata, os atalhos causam erosão.

- Fotografias de noivas e debutantes serão autorizadas nas áreas externas somente com agendamento prévio e em dias específicos.

- Preservar o patrimônio cultural. Lembre-se que estamos em área de proteção cultural e ambiental. Zele pelo Patrimônio.

- Respeitar o silêncio no interior da Escola e da biblioteca, para não atrapalhar o funcionamento das aulas.

- Evitar qualquer espécie de ruído alto para não incomodar os alunos, professores e visitantes que circulam pelo Parque.

- Tomar cuidado com os trabalhos expostos nos cavaletes para que não sejam danificados.

- É permitido tirar fotos e filmar apenas para uso particular e somente nas áreas externas. Não é permitido fotografar ou filmar dentro das galerias.

- Não está autorizado o toque nas obras. Quando for possível interagir com essas, tal informação será dada pelos monitores, que orientarão o visitante sobre como fazê-lo sem riscos.

- O visitante deve procurar usar o telefone celular nas áreas externas e deve evitar usá-lo dentro das galerias.

- Não é permitido estrutura de apoio (mesa, cadeira, bancadas,…).

Essa é uma boa pedida para o final de semana, não acha?

Fonte Wikipedia

Rio.gov/parquelages

Por Sterlane Menezes

Uma área verde no centro da cidade do Rio de Janeiro

Com certeza você que é morador do Rio de Janeiro ou tem algum outro vínculo com o centro da cidade, como trabalho, estudo, com certeza já passou em frente ao Campo de Santana, porém nunca entrou pela correria do dia a dia ou por achar que se trata de uma praça, sem nenhum atrativo. É aí que você se engana! O Campo de Santana é uma área verde que preserva muita história. Vamos conhecer um pouco?

A História do local

O Campo de Santana no século XVII, fazia parte de um grande descampado, denominado Campo da Cidade cuja extensão compreendia a Rua da Vala (atual Uruguaiana) até o caminho de Capueruçu. No final deste século, passou a área ser chamada de Campo de São Domingos, quando esta irmandade obteve autorização para construir ali um templo. No início do século XVIII surgiram as primeiras chácaras e a igreja de Nossa Senhora de Santana, que deu nome ao campo. Neste período o local era utilizado como área de despejo de lixo e esgotos da cidade, uso que foi abolido com as reformas promovidas para a chegada de D. João VI, em 1816. Estas reformas implicaram na instalação do 1º Quartel Militar da Cidade e na adaptação do Campo de Santana em área de manobras e exercícios militares. O campo era também utilizado para a realização de grandes festas públicas religiosas e oficiais, como a aclamação de D. João VI e D. Pedro I, Imperadores do Brasil. Até meados do século dezenove, foram feitas diversas tentativas de arborização, mas nenhuma com sucesso. No início da década de 70 D. Pedro II encomendou ao paisagista e botânico francês Auguste François Marie Glaziou e ao engenheiro Francisco José Fialho, um projeto para a área. A construção deste jardim pelo período de 1873 até 1880, implicou na implantação de um traçado inglês semelhante ao utilizado no Passeio Público, onde se distribuiram mais de 60.000 plantas, grande parte colhidas na Floresta da Tijuca ou no viveiro que havia na Quinta da Boa Vista. O parque foi dotado de pequenas elevações ou depressões gramadas, cercadas de árvores de copa largas como as figueiras. Glaziou buscou valorizar espécies nativas, criando um jardim onde há um jogo permanente entre os tons de verde, entre luz e sombra. Ainda no tratamento paisagístico dado ao Campo de Santana, destacam-se a gruta e as pontes, cuja estrutura foi feita de trilhos de estrada de ferro, imitando troncos de árvores, sobre belíssimos espelhos d’água. Atualmente, o porte majestoso das figueiras seculares, com raízes torcidas e trabalhadas pela própria natureza, fazem do Campo de Santana um oásis de tranquilidade no movimentado centro comercial do Rio. No Campo de Santana está situada a sede da Fundação Parques e Jardins. Várias obras de arte, significativas para a memória da cidade, podem ser apreciadas pelos visitantes, como o monumento em homenagem a Benjamin Constant, obra de Décio Vilares, Eduardo Sá e Vicente Ornelas, as estátuas em mármore “Inverno” e “Verão”, de autoria de Paul Jean Baptist Gasg e “Primavera” e “Outono”, de autoria de Gustave Frederic Michel, a escultura Luta Desigual, de autoria de Després de Cluny, quatro fontes ornamentadas com a figura mitológica europa, de Mathurim Moreau e o chafariz A Sereia, de Serres – obras em ferro fundido, produzidas nas Fundições do Val D’Osne, na França.

Por sua importância histórica, foi tombado em 1968, pelo Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (INEPAC). Aí está uma boa oportunidade de você se exercitar, ou ter um momento para relaxar e ter um contato com a natureza.

Por Luciana Chaves

Maciço de Itaúna, uma aventura por São Gonçalo

Você que é adapto de ecoturismo não pode deixar de conhecer esse lindo roteiro desconhecido por muitos, mais de exuberante beleza.

Venha conosco maravilhar-se!!!!!!!

O Maciço de Itaúna em São Gonçalo, no Grande Rio, guarda uma riqueza natural com mais de 60 milhões de anos de idade, que vem despertando cada vez mais os estudos dos geólogos e também a procura dos praticantes de Voo Livre. Para não citar os visitantes, que aproveitam para apreciar a bela vista da Bahia de Guanabara e seus atrativos.

Mas a turma do “Sonho de Ícaro” quer mesmo é voar. Com cerca de 300 metros de altitude e com algumas das melhores condições climáticas de todo Estado do Rio de Janeiro, o Maciço de Itaúna dá aos praticantes de parapente e asa-delta quase a certeza de que céu é o limite.

Os saltos de parapente no Maciço de Itaúna, permitem que os esportistas atinjam grandes altitudes em pouco tempo, devido à qualidade de suas térmicas, que se formam periodicamente em torno da rocha, proporcionando assim a excelente performance dos esportistas que visitam o local, oriundos de diversos lugares do Brasil.

Com a abertura da estrada que viabiliza a chegada dos veículos ao cume do Maciço, será privilégio dos visitantes também conhecer as futuras instalações do projeto eco-científico no local, que é de relevante interesse ambiental, sendo pleitiada a criação de uma Unidade de Conservação de acordo com a respectiva lei federal. Durante os finais de semana estima-se uma demanda de aproximadamente 250 pessoas. Vislumbrando ainda a possibilidade de sediar etapas do campeonato estadual e brasileiro de parapente ainda no ano de 2006, o que aumentaria esta demanda em 400%, envolvendo turistas, esportistas e imprensa de todo o país.

Para os especialistas em Geologia o local apresenta em suas encostas as rochas magmáticas, resultantes do vulcanismo explosivo. Mas geólogos tranquilizam a população que esse vulcão está extinto definitivamente e não há o menor risco de voltar à ativa. Em compensação as possibilidades do Maciço se tornar um centro de estudos geológicos são grandes.

Além de turismo ecológico e científico, a vista lá de cima é realmente muito linda, tendo como cenário a Serra de Friburgo, O Dedo de Deus, Ponte Rio Niterói, Baia de Guanabara, Pão de Açúcar e o Cristo  Redento, os dois últimos na Cidade do Rio de Janeiro, além disso, ainda vislumbram uma linda paisagem da Área de Proteção Ambiental(APA) em São Gonçalo.

Ainda tem um pedaço da Mata Atlântica que pode ser admirado.

Fontes:

Fonte de pesquisa:

http://saogoncario.blogspot.com.br/2011/12/macico-de-itauna-o-vulcao-de-sao.html

http://jafogandooganso.wordpress.com/2010/01/26/macico-de-itauna-sao-goncalo/

http://itaunasaogoncalo.blogspot.com.br/2008/06/so-gonalo-tem-vulco.html

Por Rose

Conhecendo Paquetá

A alguns minutos da cidade do Rio de Janeiro, bem no coração da Baía de Guanabara está um distrito que parece uma cidade parada no tempo em plena Cidade Maravilhosa, Paquetá é um presente para os cariocas. A começar pela própria viagem à ilha: barcas, catamarãs e aerobarcos transportam os visitantes pela Baía de Guanabara numa rota agradável e embalada pela brisa marinha. O contato com a natureza marca a visita ao local. Paquetá abriga um dos poucos exemplares brasileiros do baobá com 20 árvores originaria da África, que ficou conhecido pelos moradores como “Maria Gorda”. Outra árvore típica é o Flamboyant, sendo que algumas plantas datam de 100 anos. Desde 1883, Paquetá faz parte do município do Rio de Janeiro. Das ruas de saibro pode-se observar vários estilos arquitetônicos, inclusive o Solar que hospedou D. João VI e a casa que foi propriedade de José Bonifácio de Andrada e Silva, o patriarca da independência. Paquetá se tornou, já no final do século XIX, uma atração turística com a publicação do livro “A Moreninha” que atraiu, desde então, visitantes para apreciar suas bucólicas atrações.

Sendo um destino ideal para um passeio num fim de semana ou para aquelas férias merecidas.

A travessia: funciona: todos os dias; custa: R$ 4,50; dura: 70 minutos; sai (Rio) Estação das Barcas na Praça XV (centro); O que se vê no caminho: um imenso acervo cultural e paisagístico, incluindo Pão de Açúcar, ponte Rio-Niterói, Ilha do Governador, Serra dos Órgãos, Dedo de Deus etc.

 

Embarque conosco nesta viagem!!!

Por Sterlane Menezes

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